Felizidade
"É preciso amor pra poder pulsar É preciso paz pra poder sorrir É preciso a chuva para florir"
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Quero-Quero
Quero o choro e o riso
Quero ficar de mãos dadas
Quero tudo aquilo de mais humano e singelo
Que emana do seu ser.
Quero tudo aquilo que brota do seu íntimo
Quero tudo aquilo que você esconde
Quero todo o oculto que te revela
Quero seu último frescor de vida
Que me sussurra sobre você.
Quero a saudade
Quero a certeza de que tudo valeu a pena
Quero um amigo de verdade
Quero a calma da maré ao tocar as pedras,
Que resoluta, nunca se entrega.
E de tanto querer bem
Percebi que o Amor é doar
Que as trocas são espontâneas
Para aquele que sabe dar
Quero – Quero, Feliz, sempre há de voar.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Uma noite sem sono...
quarta-feira, 10 de outubro de 2012
O humor aproxima as pessoas
Ouvi a análise de uma psiquiatra sobre mim: você é solitário, usa o humor para aproximar as pessoas. Se é a solidão, não sei. Prefiro pensar que a culpa é de quem me criou. Quem sabe um dia provem que tudo está no DNA. Só digo uma coisa com certeza: o humor, realmente, aproxima as pessoas.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Sr Borboleta
sábado, 18 de fevereiro de 2012
Tanatologia
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Quando crenças vão de encontro com a ciência: a minha ultima (e mais dificil) visita...
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O que você vai contar pros seus netos?
No futuro, vou contar aos meus netos histórias de um grupo Felizidoso... Um grupo de trens da onze e xotes das meninas com Barbas de violão e Xaradas de violino e Babás e Alfinetes de vozes lindas, com Macgyvers e Milanesas que contagiam, Sertões de causos filosóficos de pescaria, Farturas e Guaxus de jeitinho calminho, Mellões que fazem arrepiar ao se doarem de coração a cada avó, Annas e Brincos que se entregam nas visitas, Pinicos e alegres bexigas de bichinhos, Cidinhas de valiosos ensinamentos, Pierres com reflexões maduras e sensatas, Brejas e Vestidos e Nhonhos e Bambis e Metris que ganham confiança dos pacientes do quarto masculino, Salsichas de bondade grandessíssima, Popis que resistem em pé ao lado dos que mais precisam, Doçuras e Lolys com jeito leve de meninas ao perguntarem e puxarem assuntos, Majus e Pufzs e Dehs que tocam a galera e trazem presentes, Marras e Mocreias e suas maneiras de enxergar o lado dos pacientes, Tomazinis de observações lúcidas, Mazens e Paulãos e seus carinhos com cada senhora, Açaís e Alegrias e Porcas e La Niñas que puxam conversa fácil com os velhinhos, Doms e ESCs e Devassas e Espetos com suas maturidades nos quartos, Littles e X-liders e com conversas alto-astrais que me alegram... e CPMs que aprendem o quanto somos pequenos nesse mundo, mas grandes quando temos pessoas de valores ao nosso lado!
domingo, 18 de setembro de 2011
Dona Elisa
Normalmente, em situações assim eu diria Ah, ok, pode descansar então, e melhoras... Mas sei lá porque céus eu dei uma de palhaço-joão-sem-braço e comecei a falar alto e sorrindo para dona Elisa Ahhh mas por que não quer conversar? conversar é tão bom, eu por exemplo adoro conversar, porque sou muito curioso, meu nome é Dú, e bla bla bla... fui falando alegre e olhando nos olhos dela. E dona Elisa por fim tirou a máscara e respondeu Eu fui professora. Professora, que legal! Professora de que? De Português. Portugues?! nossa, eu não gosto de português, é pior que matetrágica, todos aqueles verbos, aquelas regras, e aquelas regências, nunca entendi essas regras... mas gosto muito de literatura, ahh Camões, Machado, Guimarães Rosa!! O burrinho pedrês ensinando que você não deve nadar contra a corrente, que a vida te leva até a margem do rio... E dona Elisa se animou, e ela começou a falar da escola, dos alunos brilhantes e dos malvados que ela tinha, dos grandes poetas, das histórias, me ensinava regras gramaticais, falava sobre a lingua do povo e a norma culta... Eu sentia como se ela tivesse me dando aula, e de repente notei que surgia ali uma felicidade que crescia muito rápido. E eu apresentava pra ela o Popis, o Salsicha, o Xarada, o Sertão, e dizendo Ahh estes sim adoram gramática, e dona Elisa ficava toda feliz e começava a falar sobre a 2a guerra com Salsicha, sobre autores modernos com Sertão, sobre música clássica com Xarada... aquele papo cult que eu só entrava para fazer piada... e no final dona Elisa me agradeceu, pediu um abraço - e foi um abraço inesquecível! E o final daquela visita chegou, e tudo passou tão rapido e confuso como esse texto. E ali eu conhecia uma jovem Elisa, cheia de vida, e que fazia brotar felicidade aos montes...